------

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Eita povinho criativo!

Ah não gente! Isso é muuuuuito sinistro!!!

Não tenho nem muito o que postar...É só sentar e assistir os dois vídeos. O primeiro é a animação em si, e o segundo é o making of.

Ao que me consta, este foi o projeto final de um "japa" da Savannah College of Art and Design. A materialização da idéia do cara é simplesmente inacreditável. Um show em stop motion. Vejam!









Gui lembrei de vc quando vi :-)

Beijooo,
Pri

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Emoções como diferenciadores de marca

Pessoal, está acontecendo do Rio de Janeiro a quinta edição do Seminário Marketing 360º. Como não "pude" (R$$$$) participar, tenho acompanhado pelo site do Mundo do Marketing todas as novidades que saem sobre os conteúdos das palestras. O seminário tem uma programação muito boa, temas como relacionamento com o cliente, estratégias de mkt e valor das marcas são destaques no evento. Eu, particularmente, achei essa palestra da Karina Milaré - Dir. de Planejamento do setor de consumo da TNS Research International - bem legal, e decidi compartilhar com vocês.


Emoções como diferenciadores de marca

As marcas precisam apelar cada vez para o emocional na hora de diferenciar seus produtos. Mas apenas isso não basta: é preciso escolher um posicionamento relevante e que destaque determinada marca sobre a concorrência. Essa é algumas das lições que o mercado precisa se atentar para Karina Milaré, Diretora de Planejamento do setor de consumo da TNS Research International, que destacou alguns pontos essenciais na hora de posicionar um produto no setor de commodities em sua palestra na quinta edição do Seminário Marketing 360º, no Rio de Janeiro.

Segundo a executiva, a Goodyear desenvolveu um conceito que mostra que há cinco níveis possíveis em uma determinada categoria de produto ou mercado, levando-se em conta a concorrência local e a experiência do próprio consumidor em Marketing. “Quanto maior a competição, maior será a sofisticação do consumidor. A maioria das marcas se encontram nas categorias 2 e 3, intermediárias, quando já saíram do aspecto de commodity no sentido original da palavra, onde não há diferenciação de produtos, nem mesmo de marcas.”, explica a executiva.

Mas a comoditização pode atingir também categorias mais complexas, onde o desenvolvimento trouxe características e atributos muito semelhantes na visão do consumidor, como em TVs ou aparelhos celulares. Para Karina, é por isso que as marcas devem não apenas buscar um posicionamento que a defina para um determinado público-alvo, mas também buscar agregar sentimentos e valores não vistos na concorrência que se casem com as necessidades emocionais do consumidor. "São muitos os posicionamentos que uma marca pode obter, mas é preciso avaliar qual deles irá dar mais retorno", ressalta.

Necessidades emocionais do consumidor devem ser valorizadas
Isso acaba criando marcas que são ícones e referencia de Mercado, e nesse estagio surgem consumidores cada vez mais conscientes das artimanhas do Marketing, o que exige do profissional uma atitude cuidadosa na hora de se dirigir a eles. A partir daí, ao atingir um quinto e máximo nível, acabam surgindo consumidores que não se contentam em consumir a marca, mas querem se envolver e relacionar com ela.

Para chegar a esses patamares, segundo Karina, é importante estudar bem o consumidor da categoria com que se está trabalhando e todas as conjunturas que o envolvem. "Mudanças culturais e estruturais no planeta causam mudanças das necessidades emocionais. Estamos em momento de crise econômica e prestes a ter colapso ambiental, isso pode mudar como um consumidor vê uma marca", explica.

Entre bons cases que conseguiram atingir esses resultados, Karina Milaré citou os mamíferos da Parmalat, o posicionamento sustentável da Sabesp e do Banco Real, além dos lenços Kleenex. No caso do Kleenex, havia um risco de que o trabalho de Marketing realizado pela empresa destacasse a categoria como um todo e não apenas a marca, devido a baixa diferenciação dos produtos.

Por isso, quando a TNS Research International analisou a categoria e posicionamentos possíveis para Kleenex, optou por destacar a "suavidade" em sua comunicação. Para isso, a mudança envolveu não apenas a mudança nas embalagens, mas até mesmo a criação de um site destacando os produtos e convidando consumidores a publicar depoimentos sobre o produto.

Karina Milaré sinaliza, no entanto, que não adianta desenvolver uma marca sem gerar reconhecimento (awareness) no mercado. "É preciso também deixar de lado a noção de que o Brasil é um mercado patinho feito, subdesenvolvido. Nosso mercado está fervendo. Essa é a hora para trabalhar sua marca", finaliza.

Fonte: http://www.mundodomarketing.com.br/
Publicado em 04/06/2009

Um beijo!
Pri

Terça-feira, 12 de Maio de 2009

A tal da função autolimpante

No domingo, Dia das Mães, foi dia de família reunida. Não sei a sua família, mas a minha quando se reúne, é sempre muito engraçado, o pessoal fala besteira até não poder mais.

Mas no meio de tanto papo furado, uma coisa me chamou mais atenção. Eu e meus primos chegamos a um assunto muito curioso: Para que serve a função autolimpante do forno? Será que é uma propaganda enganosa, ou o “treco se limpa sozinho” mesmo?

Tantas idéias sugiram como reposta, mas claro, nenhuma que possa ser considera plausível...rs. Um disse: “É que quando você liga ele, duas mãos invisíveis ao olho humano surgem nas laterais do forno e faxinam ele todinho.” Já o outro pensou na possibilidade do fogão esperar o momento em que todo mundo vai dormir pra ir ao banheiro dar uma bela ducha no forno...rs. Eita família criativa! Então tá explicado de onde veio a minha preferência pela profissão, está no DNA.

Obviamente depois de tanto me divertir com essas histórias eu vim pra web pesquisar sobre isso. Achei um site cheio de dicas sobre tuuuudo que você possa imaginar. O Faz Fácil, “o site que te ensina a fazer”. Vale a pena dar uma conferida lá, olha o que eles escrevem sobre o forno autolimpante:

“No forno autolimpante as paredes internas, são revestidas com um tipo de esmalte microporoso, que submetido a altas temperaturas, reage com a gordura, eliminando as manchas de óleo e gordura, normais após o uso de um forno.

Para não saturar o revestimento autolimpante os fabricantes recomendam intercalar alimentos gordurosos com outros sem gorduras;

Evite riscos nas paredes do forno, para não estragar a capacidade autolimpante.”
Fonte: http://www.fazfacil.com.br

Viu só?! A função autolimpante não é apenas mais uma dessas coisas loucas criadas pelo capitalismo para despertar a ação de compra no consumidor, e depois ficar obsoleta no meio das nossas quinquilharias. Ela tem fundamento mesmo e o mais importante, não é uma propaganda enganosa! A propaganda só é enganosa quando apresenta um produto ou serviço com qualidades que ele não possui, quando induz o consumidor ao erro.

Mas atenção, somente as laterais do forno é que apresentam essa comodidade, o resto...suja e muito bem!


Bjs,
Pri